Ex-mãe de Santos revela a verdade por trás dos trabalhos e amarrações para o amor.

 

Joana dos Santos Oliveira (foto abaixo), de 44 anos, por 12 anos serviu como mãe de Santo e foi procurada centenas de vezes para ajudar a solucionar problemas amorosos. “Os motivos mais comuns eram para tomar o marido ou esposa de outra pessoa ou pedindo a separação do casal, por inveja. Dificilmente casais me procuravam. Geralmente eram as esposas e, como já era de se esperar, a entidade espiritual dizia que ela deveria pagar na mesma moeda ao que o marido fazia, não se rebaixar”, conta.

A ex-mãe de santo acrescenta que a intenção do mal é que os casais não fiquem unidos, pois os problemas trazem mais lucro para a casa de encostos. “Aparentemente, a pessoa recebia o que pedia, mas, posteriormente, a entidade cobrava mais oferendas. Além disso, trazia sequelas, como vícios, ciúme descontrolado e mais brigas, entre outras situações. Sem saber, a pessoa recebe o sofrimento que desejou.”

Vida destruída

 

Apesar de servi-los, os espíritos não pouparam a vida de Joana e só trouxeram decepções. “Eu não dava certo com ninguém na vida amorosa e fazia oferendas para as entidades, acreditando que um dia elas me trariam felicidade. Mas não acontecia, e a entidade que eu servia sempre dava uma desculpa, como dizer que não aprovava a pessoa”, relata.

Para piorar, ela sofreu represálias quando decidiu largar as entidades. “Disseram que me torturariam e matariam, como acontece com quem quer deixar de servi-los. Mas a minha mãe já estava buscando por mim nos tempos de Orações e hoje sei que, por meio das orações e dos propósitos dela, consegui me libertar e conhecer a Verdade.”

O milagre

A Senhora Joana nos encontrou no ano passado (2016) alegando esta passando por fortes dores de cabeças e esta sofrendo por amor, mesmo sendo ex-mãe de santo. O consultor espiritual Douglas Coelho receitou um trabalho e hoje ela vive em paz e harmonia, em conexão com a vida material e espiritual.

O fato que ela mais frisou: “nunca me sentir tao livre, tão liberta das coisas que me oprimia, até mesmo quando ia a igreja me sentia na obrigação de adorar a algo e hoje estou totalmente feliz”.