Exu o eixo do sistema religioso. é a divindade de maior atuação no contesto religioso da religião dos africano, resultado da interação de Obatala e Oduduwá e a intervenção de Olorun, Orisá Èsù

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Exu o eixo do sistema religioso. é a divindade de maior atuação no contesto religioso da religião dos africano, resultado da interação de Obatala e Oduduwá e a intervenção de Olorun, é o primeiro elemento procriado apartir de uma matéria única, é o grande transformador e comunicador entre os homens e divindades, Exu Elegbará é o nome pelo qual ele é chamado, esse poderoso e co-nhecido orixá é o ser criado por Obatala e Oduduwá com o sopro divino de Olorun, Orisá Èsù é o único que tem seu campo de atuação ilimitado, podendo atuar em todos os níveis da existência abs-trata e da existência concreta. Permitindo assim uma classificação tanto como funfun com também Ebora, tamanho é seu poder de agir livremente.
Será classificada aqui toda estrutura religiosa desse Orisá. Èsù e suas propriedades dentro do culto o que objetiva-se esse conhecimento fornecido por Olorisá Paulo D”Èsù.

Visando participar do resgate das autenticas raízes, africana em nosso meio. Esperamos que este trabalho, cumprindo os propósitos que lhe deram origens, venha constituir-se em instrumento vital para a preservação e resgate da tradição religiosa e cultural.

Èsù Yangui, o primeiro de tudo, onde tudo começou a própria memória de Olodumare, seu criador. Èsù Agbá ou Èsù Agbó o nome já mostra sua ancianidade, ele é o mais velho e por conse-qüência o pai que retratado no mito em que Orúmilá o persegue através dos nove Orún; Èsú Agbá Keta, é o terceiro aspecto de Èsù que esta ligado ao numero três, a terceira cabaça onde ele é repre-sentado pela figura do barro junto aos elemento da criação; Èsù Ikoritá Meta, é ligado aos encontro dos caminhos ou encruzilhadas de três pontas; Èsù Okoto, é o representado pelo caracol agulha, mos-trando a evolução de tudo que existe sobre a terra, esta totalmente ligado ao Orisá Ajé Salunga, Orisá da riqueza; Èsù Obasin, é por este nome conhecido louvado e cultuado em Ilê Ifá; Èsù Odará é o que através do sacrifício, trás a felicidade ao saqcrificante; Èsù Ojisébó, é quem observa todos os sacrifí-cios e rituais e recomenda sua aceitação levando suplicas a Olodumare; Èsù Eleru, é quem leva os carregos dos iniciados (Erupin); Èsú Enugbarijó é o que devolve a todo o benefício em forma de be-nefício; Èsú Elegbara, é o todo poderoso senhor do poder, que transfoma o mal em bem, cujo o poder reside na transformação das coisas; Èsù Bara, é um dos mais importante aspecto de Èsù,pois é o Èsù do movimento do corpo humano, infundido no corpo pré humano ainda no Orun por Obatalá, sendo assentado no momento da iniciação junto com o Orí e o Orisá individual; Èsù Loonon, é o senhor dos caminhos ligado no Aye, muito amigo de todos os sacerdotes e sacerdotisas; Èsù Olobé, é o dono do Obé(faca) tem que ser reverenciado ao começar todo sacrifício, onde (obé) seja necessário; Èsù Elebo, carregador de todos os ebós; Èsù Odusò ou Olodu, é ele quem tem seu vulto retratado no Opon Ifá, sendo ele o vigia direto nesse contexto para que o olhador não minta, fazendo assim, sua vigia nos Oráculos (Opele, Ikin e erindilogun); Èsù Elepò, é o que recebe os sacrifícios do azeite de denê; Èsù Iná, e uim dos aspectos mais importante deste Èsù primordial, é de presidir o Ipade, sendo o dono do fogo, é quem os sarcedotes Dirigem-se no começo do Ipade, uma das mais importantes cerimônias do ritual na religião dos Orisás.
Èsù é o executor divino podendo punir todo aquele que não cumprirem o sacrifício prescrito, recompensando quem cumprem fazendo oque lhe foi imposta. Seu nada faz por conta própria , é, sempre a ligação o elemento entre Oloorun e Orumilá e também servindo os Orisás. Nenhum ser divino poderá punir um Ara-Aiye (ser da terra), diretamente sem a consulta a Olodumare. Esú é im-parcial no seu papel de executor, daí a razão de Èsù se encarregado por Oloorunpara vigiar os Orisás no Aiye. Dessa forma todos os iniciados ou não ao Orisá, sacrificam para Èsù, recomendado por Ifá. Nos tempos de dificuldades buscando a intermediação com Olodumare e para que o olhador não e-xeda ou invente na prescrição dos Ebós. O Próprio èsù na qualidade de Èsù Odusò que sempre se faz presente no jogo cuidando para que Ori mantenha um Ewá Odara (caráter bom), o Ewa fica contido dentro do Ori individual, Odu (destino). Que é escolhido por cada Ori Inu.
Èsu como já disse é um só subdividido e, incontáveis partes de si próprio, Èsú é a divindade de mais atuação da religião dos Orisás., conhecida também como Candomblé. Da integração Obatálá ” Oduduwá, Èsù, é o primeiro elemento a ser criado que seria a personalização da ernergia que reúne Átomos posibilitando a diferenciação da matéria apartir de uma essência única. Ele sendo o grande transformador o intermediário entre os homens e divindades, entre essas e o criador. Elegbara é uma das titularidade de Èsù que significa (aquele que possui poder ilimitado), e, Bara, Elegbáe Legba são sinônimos ou corruptelas desta palavra, ambos os termos se referem ao Orisá èsù do qual dse desconhece a existência de uma manifestação do aspecto feminino, sempre foi masculino e seu símbolo fálico.

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O culto a èsù é muito individual, cada ser tem o seu, podendo edificar o seu assentamento on-de poderá cultuá-lo e apaziguá-lo por sua competência e atributividade, Èsù sempre é homenageado e cultuado em todos os processos rituais , tendo caráter ambíguo, podendo fazer mal ou bem, ser bom ou ruim, de acordo com sua própria convivência .Diante desta divindade deve-se se ter grande respeito, como os africanotem devido seu poder de atuação sobre a vida e a morte, o sucesso, o fra-casso, a riquesa e a miséria, de acordo com as determinações de Olodumare, de quem executa as or-dens, todos que pertencem a religião procuram estar bem com ele , evitando desagrada-lo para não se expor a sua ira.
Èsù é o indugente filho do poder divino, Èsù aquele cuja a grandiosidade se manifesta em plena praça. Èsù aquele que apresadamente, faz com que as coisas aconteçam derrepente, o que ele quebra em pequenos pedaços já mais poderia ser reconstituído. Orixá Èsù, é o único Orixá dentre os outros que tem seu campo de ação ilimitado. Podendo atuar em todo nível da existência universal, e por esse motivo ele é classificado como funfun ou Eborá. Tamanho é seu campo de ação podendo agir livremente.
Èsù é um só, mais podendo se manifestar-se de diversas de diversas e diferentes formas, sempre de acordo com a função quer fará exercida. O papel que esteja desempenhando será chamado com um titulo classificador. Èsù é o deus dos desvalidos, protetor de ladrões, arruaceiros, e mágico por exce-lência, coerente com sua próprias coerências cuja sua fúria aplaca com facilidade. Èsù carrega sempre seu Ogó, bastão esse de madeira que lhe atribui o poder de desloca-se rapidamente para um ponto destante de qualquer lugar.
Os Elègun de Èsù, na África recebe o nome de (Oluponá); podendo Èsù ser considerado como ali-cerce, sobre o qual se apóia todo nosso sistema religioso. Ogún é o primogênito na costelação dos Orisás, mas Èsù é o primogênito do universo.