Estátua representado Oxalá com seu cajado em Sauipe, em Mata de São João, na Bahia, no Brasil
Orixalá, Obatalá
cônjuges Iemanjá e Nanã[1]
filhos Omolu e Exu[1]
instrumentos espada, escudo, pilão e opaxorô
sincretismo Nosso Senhor do Bonfim[2]
Òrìsànlá ou Obàtálá na África, “O Grande Òrìsà” ou “O Rei do Pano Branco”, na mitologia yoruba, é o criador do mundo, dos homens, animais e plantas. Foi o primeiro Orixá criado por Olodumare e é considerado o maior de todos os Orixás.

É o mais velho dos Òrìsás, é o próprio Osalufón o rei de vestes brancas, raiz de todos os outros Orixas. É o pai de Osoguian, tão grande e poderoso é Obàtálá que sua palavra transforma-se, imediatamente, em realidade.

Representa a massa de ar, as águas frias e imóveis do começo do mundo, controla a formação de novos seres, é o senhor dos vivos e dos mortos, preside o nascimento, a iniciação e a morte. É o responsável pelos defeitos físicos, e é corcunda porque recusou-se a fazer uma oferenda de sal numa cabaça e Èsù castigou-o pregando a cabaça nas costas, razão pela qual não come sal: comer sal para êle constitui um ato de auto-canibalismo. Ele deu a palavra ao homem e durante suas festas não se fala, durante três semanas tudo é silêncio, pois a palavra é dele.